Avisa lá!!!! Chegou!!! E vai decolar!!!


Na opinião do Professor Mauricio Abdala, em entrevista ao Século Diário, o brasileiro não reconhece o poder de estado como seu. Concordo com o professor, e vou além: Professor Mauricio Abdala na minha opinião, além de não reconhecer o estado (seu poder constituído), nossa cultura nos impõe (ao cidadão) uma postura de dominado, de subserviente, de capacho. Decorre daí, ainda na minha opinião, que aproximando-se as eleições, muitos se sintam distantes da mesma, alegam não gostar de política, propõe voto nulo como forma de questionar os políticos, etc. Também conheço pessoas que, ao contrário, identificam os políticos como intermediários do poder, capazes de resolver problemas pessoais como dívidas com órgãos públicos, anulação de multas, provimento de vagas em empregos, agilização de processos de aposentadoria, marcação de consultas a médicos especialistas com filas que passam pelas tumbas dos cemitérios (de tantos que aguardam, morrem e não são atendidos) e outras inúmeras dificuldades de cidadãos que o poder público não consegue – ou não quer –equacionar.

De fato, são duas questões: a primeira é a posição do eleitor-cidadão diante do poder e da máquina do estado. A segunda é a posição desse mesmo eleitor-cidadão diante das eleições. Mas a segunda é decorrente da primeira, sem dúvida. Se tivermos a postura de que o estado está a serviço do cidadão, de que é a instância material e concreta da organização social, então certamente olharemos para as eleições como uma oportunidade de termos, representada, a opinião de organizarmos a vida social de forma X ou de forma Y.

Pois é exatamente neste ponto que “a vaca tosse”, a meu ver.

Como ter uma opinião representada se os “representantes” não são “representantes” de fato? Não são - primeiro porque apenas um décimo dos candidatos são eleitos (ou menos, depende do número de vagas e do número de candidatos...). Nesse processo, muitos eleitos podem não estar representando idéia alguma, mas tão somente interesses de um certo poder econômico – "um certo" no sentido de poder ter sido financiado por empresas de ônibus, ou proprietários rurais, ou usineiros de açúcar e álcool, ou... algum outro de tantos que existem na sociedade.

Segundo, e mais grave, porque os candidatos, em sua maioria, têm muito mais interesses a defender após eleitos que as ideias que diziam representar. Defendem interesses de quem financiou a campanha, defendem interesses de quem paga “mensalão”, defendem interesses de empreiteira A ou B, que vai lhe repassar uma certa comissão caso ganhe a licitação para construção da estrada, defende interesse próprio pois seu salário pode ser reajustado por ele mesmo...

E nesse ponto cabe exatamente a questão que debato: quem determina que a organização tenha que ser exatamente assim? Por que não mudamos a Constituição Federal?

Professor Marcos CavalcantiO professor Marcos Cavalcanti, do COPPE/UFRJ, em entrevista ao Projeto LingNET (sobre a Sociedade do Conhecimento - em 23/01/2009) pergunta: “por que as câmaras de vereadores deveriam continuar a existir?” E sugere novas formas de participação. Professor Rafael Simões

O professor Rafael Simões, da Entidade Transparência Capixaba, em entrevista a um grande canal de televisão sugeriu que vereadores não tivessem proventos, e se reunissem talvez de seis em seis meses. Eu também pergunto: e por que não se escolhe pelo menos 50% dos parlamentares através de sorteio realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral? Assim qualquer um de nós poderia ser o “sorteado” e, se não fizemos acordos para as eleições, temos menos chances de nos corrompermos durante o mandato! Por sorteio, é muito provável que seja garantida a amostra da opinião da sociedade (ou então as pesquisas dos institutos de opinião são uma falácia!). Com certeza nada é simples; entretanto, debatendo-se e analisando-se poderemos encontrar uma forma muito mais lógica e íntegra de organizar a sociedade do que aquela que temos hoje. Isso também depende de nós!

Até a próxima!

Ôpa... ainda não!

Abaixo segue a transcrição de mensagem recebida através de Expedito, propondo uma Emenda Constitucional.
Esclareço: o texto abaixo foi mensagem recebida, não é criação minha. Entretanto, propõe medidas legislativas e atitudes ao cidadão que entendo como procedentes exatamente dentro do espírito deste Blog.
Transcrevo para análise dos leitores:


MANIFESTO - EMENDA CONSTITUCIONAL 2012

Manifesto


Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas de sua lista de enderêços e, por sua vez, pedir que cada um deles faça o mesmo.

Em três dias a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.

Lei de Reforma do Congresso de 2012 (emenda da Constituição do Brasil):


1. O congressista receberá salário somente durante o mandato. E não terá direito à aposentadoria diferenciada em decorrência do mandato.

2. O Congresso contribui para o INSS. Todo o fundo (passado, presente e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O Congressista participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos os outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. O congressista deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

4. O Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário, que será objeto de plebiscito.

5. O congressista perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde como o povo brasileiro.

6. O congressista está sujeito às mesmas leis que o povo brasileiro.

7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.

8. Todos os votos serão obrigatoriamente abertos, permitindo que os eleitores fiscalizem o real desempenho dos congressistas.

Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO. Se você concorda com o exposto, REPASSE, se não, basta apagar. Você é um dos meus + 20 . Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO !