E o Brasil protestou! (segunda parte)

cena da manifestação

Ainda seguem, em 24 de junho, as manifestações por todo o Brasil.

Há diversas reivindicações, desde o MPL – Movimento Passe Livre, que defende passagens gratuitas, passando pelo protesto contra a PEC 37 (que tira poder do Ministério Público), dos anti-nacionalistas a até dos sem-reivindicação: estão ali apenas para “se dar bem”, como mostraram reportagens com saques a lojas e quiosques.

São grupos A, B, C e até Z (se é que cabem todos os grupos no abecedário...), cada um com sua campanha, cada um com sua legenda, reivindicando o que julgam seu direito – ou direito da população em geral.

Também há cartazes e atitudes contra os meios de comunicação (atualmente, garbosamente tratados como mídias), portestando contra a forma com que os temas e as circunstâncias são abordados por vários deles. Um jornal ou uma televisão podem mostrar e apresentar um ato como uma atitude correta e legítima, ou como um ato de vandalismo ou uma travessura de jovens mal educados!

Muitos tentam estabelecer vínculos entre as manifestações em curso no Brasil e as manifestações ocorridas no mundo árabe, onde a Síria se destaca como uma imensa tragédia nos desdobramentos dos protestos em uma sangrenta guerra civil, que já matou mais de cem mil pessoas e promoveu mais de um milhão de refugiados!

Mas, no nosso caso, procuro o seguinte: nessa imensa colcha de retalhos de inúmeras categorias de manifestantes, quem dá as cartas? Quem controla a massa e orienta para onde seguir e qual a hora de parar?

E como ter certeza de que o mostrado pela mídia é exatamente o que ocorre e não está havendo manipulação de informações?

A meu ver, são pontos críticos, e que perturbam o meu sono...

Até a próxima!